Refuga, de Abi Morgan é, neste momento, o nosso grande desafio.Embarcámos neste projecto promovido pela Culturgest, com o apoio do Teatro Virgínia e estamos a aprender imenso com esta experiência. Contamos com a preciosa ajuda do encenador Pedro Wilson para dar forma, vida, cor e movimento a este texto.
Os ensaios têm decorrido num ambiente agradável e de grande entrega por parte de todos.
Os ensaios têm decorrido num ambiente agradável e de grande entrega por parte de todos.
A HISTÓRIA
Refuga conta a história de Kojo, um refugiado da Costa do Marfim, que chega a Londres e é recebido num centro de acolhimento para crianças. É aqui que conhece outras crianças como ele: Ara vem do Afeganistão e ainda ouve as bombas a cair à noite. Cheung vem de uma aldeia chinesa com mais de 1000 anos de existência. Órfãos, em Londres, eles são a única família que têm agora. Juntos, contam sua história. Uma história da infância perdida, grandes árvores e um assassinato em andamento; um assassinato cometido por uma criança que todos dizem ser um homem.
A sua história é a história de milhares de jovens que procuram fugir à guerra, à perseguição, ao abandono e à fome...
Nota da autora
" Refuga é uma peça sobre sonhos perdidos, países perdidos e uma geração de crianças perdidas caminhando pelos passeios de Londres. Esta peça é para elas. Não consigo pensar num elenco de actores mais apropriado do que o dos grupos juvenis das escolas. Foi um privilégio escrever para eles e para os dois mil ou mais menores desacompanhados que todos os anos chegam a este país à procura de asilo."

A AUTORA
Abi Morgan
Abi Morgan nasceu em 1968 no Reino Unido. Escreve para teatro, cinema e televisão.
As suas peças mais famosas são: Skinned, Sleeping Around, Tiny Dynamite, Tender e Splendour.
Para televisão, My Fragile Heart, Murder, Tsunami-The Aftermath e Sex Traffic. Fez os roteiros de Brick Lane, uma adaptação do bestseller de Monica Ali e de White Girl, um filme para a BBC2.
2 comentários:
gosto muito de teatro e acho que o projecto e muito interessante
Chang, not Cheung.
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